25.5.09

Auto da Feira - global

1. Por que razão é que esta peça se intitula Auto da Feira?

2. Exponha sumariamente o argumento do auto.

3. Identifique a alegoria que o fundamenta.

4. Que papel desempenha Mercúrio?

5. Por que razão é que Mercúrio recorre tantas vezes ao latim?

6. Identifique os diferentes momentos do desenvolvimento da acção deste auto.

7. Explicite os pormenores que evidenciam que as falas de Mercúrio representam um sermão burlesco.

8. Que atitudes são satirizadas em relação a Mercúrio?

9. Explicite as opiniões de Mercúrio em relação à astrologia.

10. Por que razão neste auto aparecem tantas personagens?

11. O Auto da Feira é uma moralidade ou uma farsa? Justifique.

12. Que função desempenha a personagem Tempo?

13. Que função desempenha o Serafim?

14. Que críticas faz o Serafim aos seus possíveis clientes?

15. O Serafim e o Tempo contestam a presença do Diabo na feira. Porquê?

16. Como é que o Diabo justifica o facto de apenas vender coisas más?

17. Neste auto aparecem valores antitéticos. Explicite-os.

18. Qual é a personagem que oscila entre estes valores? Justifique.

19. Explique em que aspectos a personagem Roma representa a Igreja.

20. Comente o facto de a personagem Roma representar uma visão crítica da religião da época.

21. O que é que Roma deseja comprar na feira? Justifique.

22. O Diabo apressa-se a atender Roma. Que mercadorias lhe propõe?

23. Segundo o Serafim, que preço deverá Roma pagar pela paz?

24. Como tenta Roma negociar o preço do Anjo? Justifique.

25. O que contém no cofre que Roma recebe?

26. O que vão os dois lavradores, Amâncio e Denis Lourenço, fazer à feira? Justifique.

27. De que se queixam os dois lavradores?

28. As mulheres dos dois lavradores vão à feira com que objectivo?

29. Branca Anes, a esposa de um dos mercadores, não está contente com o marido. Porquê?

30. O que pretende o Serafim vender às mulheres?

31. O que pretendem as duas mulheres comprar?

32. Vicente e Mateus vão à feira com um objectivo muito especial. Identifique-o.

33. A dada altura, aparecem na feira nove moças do monte. Que foram fazer?

34. Que pretende o Serafim vender ao grupo de raparigas?

35. Que argumentos é que as raparigas apresentam para não comprarem aquilo que o Serafim lhes oferece?

36. De que modo é que Teodora e Deroteia descompõem o equívoco da feira das «virtudes»?

37. Explique a antinomia entre o mundo espiritual, da Virgem, e o mundo temporal, da feira.

38. O que é que o Tempo pretende vender na feira?

39. O que é que o Diabo pretende vender na feira?

40. Diga o que entende por um «bofarinheiro».

41. Comente a crítica do Diabo aos clérigos.

42. Os produtos vendidos pelos dois mercadores não se adquirem por dinheiro. Porquê?

43. Identifique os argumentos do Diabo quando o Tempo e o Serafim tentam expulsá-lo da feira.

43. Identifique os erros cometidos pela Igreja na personagem de Roma.

44. Explique de que modo é que os valores materiais e espirituais entram em choque.

45. No final, Mercúrio adverte Roma. Em que consiste tal advertência?

46. Faça um comentário à linguagem dos dois lavradores e das suas esposas.

47. Comente, retirando exemplos, do cómico de linguagem, do cómico de carácter e do cómico de situação.

48. Nesta feira, através de que transacção é que se faz a aquisição de bens ou produtos?

49. Elabore o campo léxico-semântico de «feira».

50. Que significado simbólico tem o título do Auto da Feira? Justifique.

51. Quem pretendia Gil Vicente criticar com esta peça? Justifique.

52. Prove que Gil Vicente, embora crítico da Igreja, era um católico empenhado e fervoroso.

53. Comente o seguinte provérbio relacionando-o com o Auto da Feira: «Outros tempos, outros ventos».